Publicado por: ocupantropica | Maio 11, 2008

Cultive os Seus Próprios Cristais…

Pode cultivar os seus próprios cristais em casa usando sal e água.

1. Deite sal num frasco com água morna e vá mexendo até que o sal não se dissolva mais. Ate uma linha a um lápis e pendure-a por cima da solução.

2. À medida que a água se evapora, vão formar-se cristais cúbicos de sal na linha (O sal forma cristais cúbicos porque as suas moléculas estão dispostas num padrão cúbico que se repete à medida que o sal se forma). 

3. Para se fomentar o crescimento de cristais grandes, separe os cristais mais pequenos e retire-os. Se os seus cristais deixarem de crescer, adicione mais sal.

Publicado por: ocupantropica | Maio 11, 2008

Minerais

Olhe mais atentamente para uma rocha e poderá reparar que ela é composta por minúsculos pedaços de um ou mais materiais.

  

 

 

Publicado por: ocupantropica | Maio 1, 2008

Serra da Boa Viagem

A Serra da Boa Viagem possui características geológicas muito importantes. Nas suas rochas encontram-se alguns dos mais importantes episódios da História da Terra, ocorridos durante o Jurássico.

 

Publicado por: ocupantropica | Maio 1, 2008

Classificação das Rochas Sedimentares

Em consequência da diversidade de materiais e de processos de formação, existem diferentes classificações para as rochas sedimentares.

Quanto à origem, as rochas sedimentares podem dividir-se em: detríticas, quimiogénicas e biogénicas.

Algumas classificações consideram que, os sedimentos que não foram sujeitos a diagénese, constituem rochas sedimentares detríticas não-consolidadas. Estas distinguem-se pela sua granulometria, classificando-se em:

  • balastros (> 2mm): areão, cascalho, seixos, calhaus, burgaus e godos e blocos;
  • areias (entre 2 mm e 1/16 mm);
  • siltes (entre 1/16 mm e 1/256 mm);
  • argilas (< 256 mm).

Da consolidação destes materiais resultam rochas sedimentares detríticas consolidadas, cuja designação varia de acordo com a dimensão dos sedimentos constituintes: Assim, podemos considerar:

  • conglomerados (sedimentos rolados) ou brechas (sedimentos angulosos);
  • arenitos;
  • siltitos;
  • argilitos.

No caso das rochas sedimentares quimiogénicas, os sedimentos resultam da precipitação de substâncias químicas dissolvidas numa solução aquosa.

Os sedimentos que constituem as rochas biogénicas podem ser constituídos por detritos orgânicos ou por materiais resultantes de uma acção bioquímica.

Publicado por: ocupantropica | Maio 1, 2008

Rochas Sedimentares


Na génese das rochas sedimentares estão implicados diferentes processos geológicos, desde a alteração das rochas que fornecem os materiais até ao transporte e sedimentação. Intervêm, ainda, processos conducentes à evolução dos sedimentos.

A formação das rochas sedimentares ocorre à superfície ou muito perto dela, em regra, em interacção com a hidrosfera, a atmosfera e a biosfera.

[in Silva, A.D. et al. (2004). Terra Universo de Vida- Geologia. Porto:Porto Editora,p.31]

Publicado por: ocupantropica | Abril 30, 2008

Rochas

A Terra é um planeta geologicamente activo. A geodinâmica externa é, essencialmente, alimentada pelo Sol, enquanto a interna tem como principal motor a geotermia, que acciona os movimentos de conveccção e, em consequência os movimentos das placas litosféricas.

Na sequência desta actividade externa e interna, formam-se as rochas sedimentares, magmáticas e metamórficas. Por outro lado, o ciclo das rochas, ou ciclo litológico, é um modelo teórico da constante reciclagem das rochas.

As rochas para além dos seu interesse prático ( materiais de construção, minérios, combustíveis fósseis), têm interesse geológico. Os geólogos, ao estudarem as rochas, procuram compreender os processos envolvidos na sua formação e, dessa forma, tentam reconstruir os episódios da longa História da Terra.

Todas elas, independemente da sua origem, ocorrem à superfície, mesmo aquelas que se formaram vários quilómetros abaixo dela, o que se explica pela erosão associada ao ciclo hidrológico e pela deformação ligada ao ciclo tectónico.

Publicado por: ocupantropica | Abril 5, 2008

Rumo ao capítulo 2…

Depois de um curto período de pausa, para retemperar energias, há que arregaçar as mangas e dar continuidade ao projecto iniciado.

Todos tivemos oportunidade de constatar que só um correcto ordenamento do território e a adopção de medidas adequadas, permitem minimizar o impacte ambiental causado pela actividade do Homem.

Sabemos que os diferentes tipos de rochas (sedimentares, magmáticas e metamórficas) são o resultado de complexos e demorados fenómenos naturais, que importa interpretar, para melhor compreendermos o nosso planeta.

Com todos os que nos visitam continuaremos a partilhar as nossas interpretações… acerca de alguns dos “Processos e Materiais Geológicos Importantes em Ambientes Terrestres”.

 

Publicado por: ocupantropica | Março 14, 2008

A cereja em cima do bolo

Após alguns dias de aparente ausência, resolvemos presentear-vos com um vídeo do debate realizado no Second Life, da autoria do professor João Lima, docente da Escola Secundária Fernando Lopes Graça – Lisboa.

Publicado por: ocupantropica | Fevereiro 27, 2008

Debate no SecondLife

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Está a chegar o derradeiro momento, aquele por que alguns tanto esperavam.

Amanhã temos marcado o nosso debate em ambiente virtual, nomeadamente no Second Life. Queria apenas dizer-vos que irão estar presentes, para além de vocês, alguns alunos da Escola Secundária de Oliveira do Hospital e também, apenas a assistir, uma escola secundária de Lisboa (da qual não sei o nome). Paralelamente estarão presentes professores das três escolas, bem como todas as pessoas que por ali passem e queiram assistir (já que a sessão não é fechada).

Assim pedimo-vos que encarem esta tarefa com toda a seriedade possivel.

Até lá :)

Publicado por: ocupantropica | Fevereiro 24, 2008

Tarefa 3

Ok.

Chegou a hora de mergulharem na vossa segunda vida.

Pois é, está na altura de começarmos a pensar no nosso encontro na ilha da UA (Universidade Aveiro) – Second Life. Para tal, é necessário que os grupos comecem a enviar-nos (até 2ª feira) o nome pelos quais querem que o vosso avatar seja conhecido. Só é necessário fornecerem o nome próprio pois o sistema já tem famílias de apelidos. No entanto, caso alguém já tenha o programa instalado (http://secondlife.com/community/downloads.php), pode escolher o nome e o apelido e deixá-lo aqui, em resposta a este post. Por uma questão prática, a password deve ser igual à do vosso blogue.

Fico a aguardar a vossa resposta.

Continuação do vosso excelente trabalho.

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